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Charles Darwin
São Paulo, 24 de Julho de 2019
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Despedida da Bienal do Livro

A Bienal do Livro mais uma vez se encerra deixando aquele gostinho de quero mais. Com palestras instigantes e uma imensidão de livros, conquistou e conquista a cada biênio que passa, quem vem visitá-la. Cada vez mais nova e criativa, utiliza aquilo que há de mais novo em tecnologia para proporcionar o máximo de conforto e prazer a seus visitantes.

Cheguei ansioso na palestra do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A bienal parecia um enorme formigueiro, de tanta gente que estava ali presente. A sala estava lotada sem nenhuma cadeira vaga.

Através da história de um governo de sucesso, FHC, comentou da vida pessoal e política. Colocando em xeque, os desafios de ser um chefe de estado e as medidas que algumas vezes se é necessário tomar. Comentou da inflação, do FMI e de sua esposa Ruth Cardoso.

Por incrível que pareça passamos por uma queda de energia, mas logo a luz voltou e o ex-presidente pode terminar sua palestra.

Ao fim, sai quase que esmagado. Corri para o estande onde se encontrava o escritor Walcyr Carrasco, um dos meus favoritos. Autor não só de grandes sucessos da Rede Globo como: Chocolate com Pimenta, Alma Gêmea, Caras e Bocas, Sete Pecados, mas também de inúmeros livros infanto-juvenis, que fazem muito sucesso com a garotada. Atualmente escreve cônicas para a revista Época e a novela Gabriela para o horário das 11 horas. 

A fila estava curta. Faltava meia hora para o início da sessão de autógrafos. Olho no relógio, é agora. Ele entra sob aplausos dos leitores que o esperavam ansiosamente. Walcyr é sempre uma simpatia, atencioso autografou e ainda conversou com cada um de seus fãs.

Terminada esta etapa, parto para a palestra mais aguardada do dia, a do rei do futebol, Pelé. Sala também cheia, e com uma fila de espera de quase 80 pessoas. 

 

Maurício de Souza e ele, entram para o delírio da multidão. Nesta longa conversa com o pessoal, conhecemos alguns dos fatos engraçados da vida do rei, além da volta do personagem Pelézinho, da Turma da Mônica. 

Criado na década de 70, por Maurício de Souza o personagem retrata um pouco do grande jogador que foi Pelé. Além de sempre terminar com um ensinamento em cada uma de suas historinhas. 

 

Maurício de Souza, Sósia do Pelé e Pelé em foto para a imprensa

 

Acho que a bienal deste ano se encerra com chave de ouro como todas as outras bienais. Para quem perdeu essa, não fique triste, ainda haverão outras cheias de novidades apenas esperando por você!

Um forte Abraço, e um agradecimento especial a Denise que me autorizou cobrir a bienal para o Ciranda, aos meus familiares e ao apoio do pessoal da feira.

Até a próxima!

 

 

 

 

 

 


Vinícius Bernardes Mondin Guidio
(vguidio@ig.com.br)

Vinícius Bernardes Mondin Guidio - tem 15 anos, é estudante, adora ler e escrever, gosta de português, literatura e tudo o que é relacionado a área de humanas.

Escreve crônicas para o jornal Gazeta do Belém e também adora observar o cotidiano e as gafes alheias, para depois relatá-las em seus textos.

Contato: vguidio@ig.com.br

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