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Autor Desconhecido
São Paulo, 24 de Julho de 2019
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Um dia na Bienal no Livro

Nas páginas da imaginação, encontramos cenários e ambientes das mais diferentes cores e sabores, universos inteiros que através de personagens simples marcam o cotidiano de toda uma época. Embarcamos neste mundo literário que apesar de fictício torna-se tão verossímil. Neste ano como é de praxe, São Paulo novamente sedia um dos maiores eventos literários do país, a Bienal do Livro.

Cheguei já de tarde ao pavilhão do Anhembi. Olhei aquela maravilhosa estrutura imaginando o que me aguardava lá dentro. Apesar de saber quais eram os locais e palestras que iria visitar, dá sempre aquele friozinho na barriga. A Bienal é como uma caixa de surpresas, a cada biênio se renova e volta cheia de novidades.


Além disso, ficar frente a frente com os gênios que arquitetaram toda a trama por trás daquele livro que você gostou é uma sensação ótima. Pedro Bandeira era o meu primeiro listado. Dentre as grandes histórias que escreveu, tem-se um fenômeno mundial, a série dos Karas. Fora este, temos aquele que virou filme da rainha dos baixinhos, o Mistério de Feiurinha, que também foi uma febre na literatura, antes e depois do filme. Se continuar falando deste grande autor que é o Pedro e de suas inúmeras obras, creio que este texto não terá fim. Porém, deixo claro que, a simpatia dele e o carinho que tem por seus leitores, elucida cada vez mais este grande homem que é.

Como se diz nas atuais redes sociais : #parti. Parti rumo a uma palestra que achei a minha cara, Dublês de Jornalista, com dois outros grandes nomes: Ignácio de Loyola Brandão cronista do Estado de SP e Ivan Ângelo da Veja SP. 

Olho no relógio são quatro horas. Corro para o Salão, chego a tempo. Lá entendi a máquina que é atuar em um jornal. Percebi a graça e os desafios pelos quais uma matéria passa antes de ser publicada. E os obstáculos da notícia de hoje e das décadas passadas. 

 

“Antes, para escrever uma matéria saiamos para rua, investigávamos, corríamos atrás da notícia. A internet facilitou isso, esse acesso as informações que antes levavam meses e dias, hoje chegam em poucos segundos. Só que tornou raro essa busca pela capa do jornal do dia seguinte, e a emoção de falar com as pessoas (...)” , afirma Ivan


“Trabalhamos com a mágica das palavras e há necessidade de extrema criatividade na realização de cada notícia. A crônica emerge desta mesma criatividade e vem ganhando cada vez mais espaço nos veículos impressos e online atuais”, completa Ignácio. 

 

Terminada esta etapa, dei um pulinho na palestra do Zeca Camargo a respeito de Adolescências perdidas, achei muito interessante.

 

 

Para finalizar o meu dia em grande estilo, Maria Adelaide Amaral, com a grande Tarsila e a Semana de 22. Entre cartas trocadas por Oswald e a pintora, e registros antigos, a Adelaide, nos transporta para os anos 20 e assim como um filme reconta a trajetória desta grande artista.

 

 

Termino por aqui o meu primeiro dia na bienal, estarei novamente no sábado, quando entre tantas personalidades estará presente o rei do futebol, Pelé. Convido a você que ainda não visitou que se informe no site:

http://www.bienaldolivrosp.com.br/ e visite.

 


Vinícius Bernardes Mondin Guidio
(vguidio@ig.com.br)

Vinícius Bernardes Mondin Guidio - tem 15 anos, é estudante, adora ler e escrever, gosta de português, literatura e tudo o que é relacionado a área de humanas.

Escreve crônicas para o jornal Gazeta do Belém e também adora observar o cotidiano e as gafes alheias, para depois relatá-las em seus textos.

Contato: vguidio@ig.com.br

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